A LOGÍSTICA existe desde os tempos mais antigos. Na preparação das guerras, líderes militares desde os tempos bíblicos, já se utilizavam da logística. As guerras eram longas e nem sempre ocorriam próximo de onde estavam as pessoas. Por isso, eram necessários grandes deslocamentos de um lugar para outro, além de exigir que as tropas carregassem tudo o que iriam necessitar.
segunda-feira, 22 de abril de 2013
Logística
sexta-feira, 19 de abril de 2013
Câmara Árabe Brasileira queixa-se da logística de exportação.
Os entraves logísticos ao comércio exterior brasileiro, dificultando as exportações, foram criticados também pela Câmara de Comércio Árabe Brasileira. As vendas para os países árabes cresceram 3,6% no primeiro trimestre do ano em relação a 2012, mas recuaram 3,3% em março. Em todo o Oriente Médio, os sauditas absorvem 28,2% das exportações brasileiras. Atrás, vem Irã (25%), Emirados Árabes (17,5%) e Iraque, Israel e Síria (em torno de 4%), além de outros. Em 2011, 45,5% das exportações para o bloco foram de carnes e 32,1% de açúcar e álcool.
Motoristas recebem liberação de descarga por SMS em Paranaguá.
Agora os caminhoneiros que aguardam no Pátio de Triagem do Porto de Paranaguá recebem mensagem no celular, avisando da liberação do terminal para descarregar os grãos no Corredor de Exportação. Essa nova ferramenta do sistema de gerenciamento da descarga de grãos da Appa - Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina auxilia na redução do tempo de espera e agiliza o processo de escoamento dos grãos.A novidade está em fase de adaptação e o objetivo é, em 180 dias, analisar a eficácia da ferramenta e corrigir eventuais falhas. “Sabendo que o celular é de uso comum a todos – hoje todos têm um aparelho – e sabendo da necessidade constante de melhorias no sistema, criamos essa nova ferramenta que vai agilizar ainda mais o escoamento das safras pelo Porto de Paranaguá”, explica o superintendente da Appa, Luiz Henrique Dividino.O novo sistema foi criado pela Companhia de Tecnologia da Informação e Comunicação do Paraná (Celepar), em conjunto com o Departamento de Informática da Appa. O envio será feito pela central contratada.Os outros meios de chamada dos motoristas para a descarga continuam funcionando. No Pátio de Triagem do Porto de Paranaguá, para isso, existem os avisos sonoros e as listas afixadas em frente aos guichês dos operadores.
Ganho de produção pela Importação
A aquisição de máquinas e equipamentos no exterior tem sido a principal rota da inovação no Brasil, levando a um crescimento acelerado das importações e, consequentemente, redução do superávit comercial do país. Em 2012, o saldo foi positivo foi de US$ 19,43 bilhões entre importações e exportações. Foi o menor superávit em dez anos. Boa parte desse resultado pode ser atribuída à indústria de transformação, na qual se inserem as máquinas e equipamentos importados pelas empresas para seus processos de inovação.De acordo com estudo do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi), a balança comercial de bens tipicamente produzidos pela indústria de transformação registrou em 2012 um déficit recorde de US$ 50,6 bilhões, comparado a um resultado negativo de US$ 48,7 bilhões no ano anterior. Dez anos atrás, em 2002, o intercâmbio comercial do setor havia sido superavitário em US$ 7 bilhões.Abertura mais detalhada dos números revela que os maiores déficits estão centrados nos bens de média e alta intensidade tecnológica como máquinas e equipamentos elétricos e mecânicos, produtos químicos e materiais de transportes. "Não apenas aumentamos as importações de bens de capital como diminuímos as exportações de bens manufaturados", destaca Daniel Keller de Almeida, consultor do Iedi.De acordo com a Pesquisa de Inovação Tecnológica (Pintec) realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a compra de máquinas e equipamentos responde por 78,1% dos investimentos em inovação das empresas, enquanto o percentual dedicado à Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) recebe a menor parcela (cerca de 15%).
quinta-feira, 18 de abril de 2013
Nova diretoria do SINDOPAR toma posse!
Wilen Manteli - O presidente da Associação Brasileira dos Terminais Portuários (ABTP).
A ABPT também criticou o critério adotado para possíveis renovações de contratos de concessão anteriores à Lei dos Portos de 1993. As empresas defendiam a possibilidade de renovação por um período de pelo menos 10 anos, mas o texto prevê a prorrogação por mais cinco anos.
Para os contratos portuários de concessão ou arrendamento assinados depois de 1993 e que ainda não passaram por uma renovação, Braga abriu a possibilidade de prorrogação, desde que haja interesse do governo federal e que sejam feitos novos investimentos.
O relatório também cria uma regra de transição para pedidos de novos investimentos em portos, ao estabelecer que todos os pedidos protocolados para novas áreas portuárias até 31 de dezembro de 2012 continuem valendo.
O parecer de Braga também regulamenta a licitação de contratos de autorização que estão prestes a vencer. A Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) terá que licitar todos os contratos pelo menos 12 meses antes do seu término.
No caso dos contratos de autorização que estiverem vencidos ou a menos de 18 meses do seu encerramento, o texto prevê que a Antaq tenha que fazer a licitação em até seis meses depois da sanção da nova lei.
Braga também introduziu a possibilidade para que os governos estaduais possam fazer licitação nos terminais que estão sob seu controle, desde que o governo federal autorize. Essa era uma reivindicação dos governadores, em especial do governador de Pernambuco, Eduardo Campos, que controla o Porto de Suape.
Na próxima semana, a comissão especial vai debater o relatório de Braga, e o parecer deverá ser votado na quarta-feira. É provável que as renovações contratuais e os "terminais industriais" sejam alvo de emendas dos parlamentares.
A MP precisa ser aprovada até 16 de maio na Câmara e no Senado, caso contrário perderá a validade.
Relatório de MP dos Portos agrada portuários e paralisação é suspensa!
Contudo, o parecer agradou aos sindicatos dos trabalhadores portuários, que decidiram suspender a paralisação prevista para a quinta-feira, informou à Reuters o deputado federal Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), presidente da Força Sindical.
Uma paralisação nos portos poderia interromper os fluxos de exportação do Brasil, especialmente os embarques de soja, que estão no período de pico.
Uma das principais mudanças propostas pelo relator é a instalação do "Porto Indústria", que na prática permite que empresas dos setores agropecuário, mineral e de hidrocarbonetos continuem mantendo os benefícios que têm hoje nos terminais privativos, fora dos portos organizados.
Segundo a proposta do relator, os "Portos Indústria" só poderão funcionar em áreas fora dos portos organizados (instalações portuárias dentro de perímetro delimitado e administrado pelo governo) e movimentar cargas a granel pertencentes a quem obteve a autorização desses terminais ou seus controladores.
O texto original da MP obrigava os terminais privativos a transportar cargas de terceiros, respeitando regras determinadas pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq). A mudança introduzida por Braga não agrada o governo federal, que pode vetar a mudança caso ela seja mantida pelo Congresso.