quarta-feira, 5 de abril de 2017

De volta às velas.





Navio movido a energia eólica terá testes em alto-mar em 2019. Estudos contam com suporte da Shell Shipping
• O vento, energia que moveu as caravelas no século XVI, poderá ser a solução para um transporte marítimo mais eficiente no século XXI. A novíssima tecnologia de navios movidos a energia eólica será testada nos próximos dois anos pela Norsepower Oy Ltd., em parceria com a Maersk Tankers, o Energy Technologies Institute (ETI) e a Shell Shipping & Maritime. A Maersk Tankers fornecerá um navio-tanque Long Range 2 (LR2) de 109.647 tpb, que será adaptado com duas velas de rotor Norsepower de 30 metros de altura por cinco metros de diâmetro. Os cilindros altos e giratórios já foram usados em embarcações menores no passado, mas esta é a primeira vez que alguém tenta colocá-los em um navio tão grande quanto um petroleiro de 245 metros. As velas do rotor serão instaladas durante o primeiro semestre de 2018 e os testes em alto-mar devem acontecer em 2019.

Cabotagem da Aliança Navegação e Logística espera crescer de 3% a 5% em 2017.




A Aliança Navegação e Logística, líder em cabotagem no Brasil, está confiante com o desempenho do setor e espera crescer entre 3% e 5% este ano. Em 2016, a empresa registrou um crescimento de 7% na cabotagem, mesmo com a economia retraída. Ao todo, foram movimentados 210 mil contêineres, o que representa 15 mil a mais que no ano anterior.

Segundo Marcus Voloch, gerente geral de Mercosul e Cabotagem da Aliança, os setores que mais cresceram foram os de alimentos, químicos e resinas, produtos de limpeza, papelaria, embalagens e material de construção. Um dos destaques foi a ampliação da oferta de serviços no Estado do Pará, a partir de investimentos realizados em Vila do Conde, que conta atualmente com uma escala semanal.

“Em maio deste ano completaremos dois anos de operação no Pará. Atualmente, oferecemos serviços porta a porta para praticamente todos os municípios, utilizando a multimodalidade. O mesmo modelo é replicado para o Amapá, onde os clientes contam com atendimento e níveis de serviço personalizados”, afirma Voloch.
De acordo com Otávio Cabral, gerente da Aliança em Manaus, a empresa opera por semana cerca de 280 TEUs (equivalência a um contêiner de 20 pés) no porto de Vila do Conde, sendo que ainda há um potencial a ser explorado. “Temos uma grande vocação para a cabotagem com o Rio Amazonas, nosso ‘Rio Mar’, com seus quase 7.000km de extensão, dos quais 3.165km estão em território brasileiro”, destaca.

Além da redução de custos em relação ao transporte rodoviário – de 10% a 15% -, a cabotagem une rapidez e economia por meio de um planejamento de operações multimodais, resultando em um meio de transporte sustentável, com baixa emissão de CO2.

Hoje a Aliança dispõe de equipes dedicadas que cobrem boa parte do território nacional, assim como sistemas desenvolvidos sob medida para as particularidades da cabotagem, integrando todas as peças da cadeia do transporte multimodal.

Cerca de 70% de todo o volume transportado pela Aliança é na modalidade “porta”, ou seja, a empresa gerencia o fluxo de transporte desde a fábrica do embarcador até a entrega ao destinatário final. O índice de pontualidade nessas entregas e coletas supera os 95%, na média nacional. Para quem utiliza o transporte marítimo, outras vantagens são a rastreabilidade em qualquer ponto, a integração dos modais para otimização da cadeia logística e menor índice de avarias.

Governo prepara decreto para aumentar autonomia de autoridades portuárias.



O ministro dos Transportes, Portos e Aviação Civil, Maurício Quintella, disse hoje (4) que o governo está elaborando um decreto que dará mais autonomia às autoridades portuárias. “Nós queremos voltar a ter uma autoridade portuária autônoma, descentralizada, com o poder que lhe foi retirado na última Lei dos Portos”, disse ele, após participar da abertura da Intermodal South America, um dos principais eventos de logística da América Latina.

O novo marco regulatório deverá ainda reduzir os entrazves burocráticos e facilitar os investimentos privados. “Vamos lançar o decreto com aquilo que é consenso. Tem muita coisa que é consenso e que vai ajudar a desburocratizar, a dar mais velocidade [aos portos, como] na questão da possibilidade dos arrendatários fazerem investimentos que seriam públicos”, exemplificou.

Há ainda a previsão do decreto reduzir os prazos de tramitação dos processos, tanto no próprio ministério, como na Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq).

Concessões

Quintella destacou ainda que o governo se prepara para leiloar quatro novos terminais portuários, um de celulose e um de veículos no Paraná, um de celulose no Maranhão e um de carga geral no Amapá. São esperados investimentos de R$ 400 milhões nas quatro unidades.

No último dia 23, foram concedidos à iniciativa privada dois terminais de cargas líquidas em Santarém, no Pará. O Consórcio Porto Santarém pagou um total de R$ 68,2 milhões para explorar por 25 anos as duas estruturas.

Ambos são terminais de madeira usados para o abastecimento de combustível na região. O consórcio deverá fazer investimentos de R$ 29,8 milhões para ampliação dos tanques de abastecimento de gasolina, etanol e diesel.

Fonte: Agência Brasil

terça-feira, 4 de abril de 2017

Panalpina Brasil comemora 40 anos na Intermodal South America.

Integrando um dos principais fornecedores mundiais de soluções para a cadeia de suprimentos, o Grupo Panalpina, a Panalpina Brasil completa 40 anos de operações no país. Atuante no mercado brasileiro desde 1977, a operadora logística – que hoje está entre as 5 mais importantes empresas do setor em atividade no território nacional, sendo o quarto maior mercado para os negócios do grupo como um todo – comemora quatro décadas de atuação no Brasil na 23ª edição da Intermodal South America, que ocorre de 4 a 6 de abril, no Transamerica Expo Center, em São Paulo (SP).

Operadora logística multimodal, a empresa combina seus produtos de frete aéreo, marítimo e logística para entregar soluções integradas, sob medida e de ponta a ponta. Expert nas dinâmicas das cadeias de produção e atenta ao desenvolvimento das ferramentas tecnológicas, opera diretamente em diversas áreas de atuação, como os segmentos aeronáutico, automotivo, healthcare, industrial, offshore, tecnológico, varejista, entre outros. Para isso, possui unidades nas principais regiões do país, como São Paulo, Santos, Campinas, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Curitiba, Porto Alegre, Itajaí e Manaus.

“A companhia coloca em prática estratégias ajustadas à demanda dos seus clientes em todo o mundo e age proativamente quando o mercado exige ajustes. Somos operadores logísticos e temos uma perceção muito acurada da dinâmica de cada uma das cadeias nas quais atuamos. No Brasil, acompanhamos o comportamento dos segmentos que operamos, renovando contratos e conquistando clientes estratégicos para o nosso crescimento”, avalia o diretor de vendas da Panalpina Brasil, Gustavo Paschoa.

Nas operações de frete aéreo, por exemplo, a Panalpina Brasil atua no segmento de flores, com importações semanais de quase seis toneladas de dois dos maiores produtores do mundo, Colômbia e Equador. Outro segmento atendido, o farmacêutico, também se beneficia. No transporte de medicamentos, por exemplo, a empresa orquestrou a movimentação de 33 toneladas de medicamentos contra o vírus HIV da Holanda para o Brasil, somente em 2016. O Brazil Wings, serviço de transporte aéreo de cargas que interliga Hong Kong, na China, Huntsville, nos Estados Unidos, e Campinas, no Brasil, é mais uma solução que se destaca, pois já movimentou mais de 7000 toneladas. No que refere ao frete marítimo, um dos principais destaques de seu portfólio de soluções é o serviço para cargas fracionadas, dentre estes o que liga Santos (SP) a Medellín (Colômbia). Com escala em Cartagena, também em território colombiano, o transit time total da operação é de 20 dias, quatro a menos do que as que envolvem o deslocamento terrestre de Cartagena à Medellín. 

Quanto aos procedimentos logísticos, é considerada modelo em operações de LMS (Logistics Manufacturing Services – que são os serviços logísticos aplicados à produção) pelo Grupo Panalpina. Isso se deve às operações realizadas em seu armazém de Sorocaba (SP), dedicado às operações do tipo SKD (Semi Knocked Down), que envolvem armazenagem, montagem de “kits” e gabinetes, atualização de softwares e a distribuição para o cliente final, que são as empresas de telecomunicações. “A Panalpina Brasil foi a primeira unidade do Grupo Panalpina a adotar o LMS, servindo de exemplo, inclusive, para que outras filiais implantassem esse tipo de operação, como são os casos das unidades de Dubai e do Panamá. Esta é uma área cada vez mais importante para nós”, ressalta o presidente da Panalpina Brasil, Marcelo Caio D’Arco.

Ministro da Bélgica participa da abertura da Intermodal na tentativa de intensificar negócios com o Brasil.

O ministro-presidente de Flandres (Região Norte da Bélgica), Geert Bourgeois, participa nesta terça-feira (04) da abertura da Intermodal South America, em São Paulo. Ele será uma das atrações da solenidade, além do ministro dos Transportes, Portos e Aviação Civil, Maurício Quintella; da ministra do Mar de Portugal, Ana Paula Vitorino; e do secretário de Logística e Transportes do Estado de São Paulo, Alberto José Macedo Filho.


Os interesses econômicos de Flandres no Brasil são grandes. A região é a mais importante importadora europeia de sucos de frutas do Brasil, além de se posicionar como o porto de entrada de outros produtos nacionais. “Nós queremos manter e fortalecer ainda mais o volume de negócios entre o Brasil e Flandres”, afirma. O país é o terceiro maior parceiro de negócios do Porto de Gent, isso devido ao transporte de minério de ferro e sucos de frutas. Além disso, em 2015, foi o sexto maior parceiro marítimo da Antuérpia, onde está outro importante porto da região. Também há o porto de Zeebrugge, que concentra-se na atração de produtos nacionais como alimentos, papel e celulose.

Segundo o adido-econômico e comercial de Flandres em São Paulo, Yves Lapere, a forte presença dos portos da Bélgica na Intermodal não é apenas uma coincidência. “A Intermodal é o local ideal para encontrar os tomadores de decisões brasileiros e os internacionais”, destaca.

“A Intermodal tem a tradição de ter o maior estande de empresas flamengas na América Latina, ao mesmo tempo que há espaço suficiente para cada participante fazer networking de maneira eficiente, apresentar seus projetos, fechar negócios e desenvolver parcerias”, completa Geert Bourgeois.

As informações são da assessoria de comunicação da Intermodal South America.

Cinco motivos para contratar um integrador logístico.

Quer ver a sua empresa se sair na frente dos concorrentes, tendo um diferencial mercadológico, mesmo em um momento econômico desaquecido? Então o foco em uma logística eficiente é fundamental. Esse processo pode impactar no custo final dos produtos e serviços e nos resultados financeiros da companhia. A gestão logística é essencial na estratégia dos negócios, na medida em que planeja, implementa e controla de forma eficaz os fluxos de mercadorias e materiais.

Neste cenário, o integrador logístico é considerado um importante parceiro das empresas que querem elevar a lucratividade. A Intecom Logística, integrador logístico com mais de 15 anos de história, atua na gestão de todo o processo logístico, desde a armazenagem até o transporte de cargas em todo o território nacional, de maneira a otimizar custos e elevar a competitividade.

Por isso, o gerente comercial da empresa, Rodrigo Boniaris, listou os cinco motivos mais importantes para contratar um integrador logístico e, por que não, gerar vantagem competitiva. Confira:

1- Foco do cliente

Enxergar por meio das mesmas lentes que o cliente, trabalhando de maneira alinhada com seus objetivos e estratégias, com a finalidade de proporcionar a solução adequada para os negócios, não é tarefa fácil. Um integrador logístico, no entanto, tem essa capacidade, atuando de maneira alinhada com os propósitos das empresas-cliente, tornando a logística um foco importante para melhores resultados. “A Intecom Logística enxerga a estratégia pela visão do cliente, sabendo levar a operação logística, de acordo com o ponto de vista dele. O principal diferencial, neste sentido, é agregar inteligência na operação logística”, aponta Boniaris.

2- Automatização de processos

Um integrador logístico tem como uma de suas premissas a revisão de cada etapa do processo logístico, com a finalidade de elevar a agilidade e eficiência da operação como um todo. E é por meio de tecnologia e de suportes tecnológicos de última geração, que cada fase da armazenagem e distribuição da carga pode ser acompanhada em tempo real. Além disso, a tecnologia pode apoiar na elaboração de um melhor planejamento. Na Intecom Logística, os sistemas Warehouse Management System (WMS) e Transportation Management System (TMS) alimentam a ferramenta de CRM, de desenvolvimento próprio, suprindo os clientes de informações estratégicas para a tomada de decisão.

3- Aumento da eficiência operacional

Com a visão completa de toda a cadeia, conhecendo o custo e a importância de todas as etapas da operação, um integrador logístico é peça fundamental na revisão de processos desnecessários e na redução de custos, consequentemente elevando o nível de eficiência operacional.

4- Melhores resultados

Uma das consequências do aumento de eficiência operacional e de processos mais eficazes é a redução de custos. Lembrando que gastos desnecessários com armazenagem serão sanados e a distribuição dos produtos será planejada, resultando em menores custos e em um impacto positivo ao cliente final, que terá a percepção da melhoria da qualidade do serviço.

5 – Garantia do Nível de Serviço

O nível de serviço, ou seja, a capacidade de entregar as mercadorias no momento acordado é um indicador importante de eficiência da cadeia logística. Um integrador logístico consegue alcançar níveis de serviços elevados, tanto na armazenagem, quanto na distribuição.

6 – Sinergias na integração da cadeia logística

Uma gestão dinâmica de todo o processo logístico, onde todos os departamentos envolvidos interajam com sinergia, é importante. A gestão da logística e do fluxo de informações em toda a cadeia permite sinergias entre as partes envolvidas.


Juliana Jadon
Categoria: Notícias Corporativas

Inovações em logística pela competitividade.




Os serviços logísticos vêm ganhando mercado no Brasil por meio de contínua inovação. Evoluem para atender segmentos diferentes e cada vez mais especializados, dos frigoríficos à indústria da madeira, com perfis e necessidades específicas. Com a preocupação em atender essa necessidade, a Brado vai apresentar soluções logísticas inéditas desenvolvidas para empresas de exportação, importação e abastecimento doméstico durante a Intermodal South America, em São Paulo (SP), que acontece nesta semana, no Transamerica Expo Center.


Com atuação em grande parte do Brasil, a Brado se especializou em inteligência em logística de contêineres, num momento em que as empresas do País precisam ganhar competitividade para realizar novos negócios. As novas soluções estratégicas vêm sendo traçadas com uso de tecnologia e utilização eficaz da infraestrutura multimodal do Brasil. Abrem caminho para a movimentação de contêineres – tradicionalmente voltada à exportação – no mercado interno, entre regiões Centro-Oeste, Sudeste, Nordeste e Norte do País e na importação.

A prática
Soluções desenvolvidas pela Brado facilitam, por exemplo, a movimentação e distribuição de mercadorias como óleo de soja do Centro-Oeste para interior e Grande São Paulo, com uso de ferrovias e rodovias. Com isso, o mercado doméstico passa a acessar estruturas tradicionalmente utilizadas para exportação e importação, com vantagens que reduzem custos a partir do aproveitamento inteligente dos modais disponíveis. A Ferrovia Norte-Sul também começará a ser utilizada em soluções logísticas que viabilizam a movimentação de contêineres entre estados como Pará, Maranhão, Tocantins, Goiás e São Paulo.

A Brado atua com 19 terminais intermodais, 4 armazéns frigorificados e secos, 1 EADI e 4 escritórios em todo o Brasil. Possui frota de 13 locomotivas, mais 2,4 mil vagões e mais de 3 mil contêineres. Presta serviços às regiões Sudeste, Centro-Oeste, Sul, Nordeste e Norte do País. Com equipe de 1,3 mil profissionais, desenvolve soluções logísticas sob medida para clientes do País que atuam a qualquer distância de suas instalações.


Redação Portogente